Indignação

20 06 2017

A esperança tem duas filhas lindas : a indignação e a coragem.

A indignação ensina-nos a não aceitar as coisas como estão.

A coragem ensina-nos a mudá-las.

labaredas

Santo Agostinho





Morte

29 08 2015

A morte é um mistério, nunca estamos preparados para a aceitar.

Morte

Margarida Rebelo Pinto  em  O Dia em que te esqueci





A tempo

31 12 2014

Vamos sempre a tempo desde que saibamos aceitar e aprender.

A vida espera sempre por nós, só a morte é que nunca espera.

585dreams

Margarida Rebelo Pinto

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Feliz Ano Novo!





Responsabilidade

23 06 2014

Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante.

mini-saudade

Martha Medeiros





Aceitar

4 09 2012

É difícil aceitar uma perda material ou afectiva, uma doença, uma humilhação. Mas a aceitação é um acto de força interior, sabedoria e humildade, é ter a noção que há muitas situações que não controlamos.
Negar, deprimir, culpar ou culpar-se são reacções carregadas de raiva.
Raiva do outro, raiva de si mesmo.
E a raiva destrói.

Aceitar é estar lúcido e saber que se é assim que a Vida se apresenta é assim que deve ser.

Luís Pedro Proença





Deixar ir…

12 05 2012

Existe sempre um outro modo de ver a vida, de nos vermos a nós mesmos, de vermos o Universo, de vermos os outros.

E quando não sabemos o que fazer, quando achamos que temos um problema, só temos que estar abertos a um outro modo de ver as coisas.

O mesmo modo que usamos sempre não nos tem ajudado muito. Resolvemos um desafio e aparece outro. E cada vez que um novo desafio aparece, o nosso coração pula, as emoções voltam em desespero, a preocupação apodera-se daquilo que pensamos ser nós. E a confusão instala-se.

Vale a pena? São apenas hábitos. Velhas formas de pensar, sentir e agir.

Os problemas são apenas memórias. Quando aparecem, damos conta deles e eles passam a ser passado. Já não existe nada a fazer para ele não estar aqui.

Então, aceitar que assim é e libertar todas as emoções que estão à volta dele pode ser um outro modo de lidar com a situação. Trabalhar com um problema como se fosse apenas passado, como se fosse apenas uma memória. E deixá-lo partir. Deixá-lo abandonar o nosso pensamento. Deixá-lo voar e abrir o coração à paz e à solução que já existe, aqui e agora.

É deixar ir os velhos paradigmas, as velhas memórias, as antigas formas de viver a vida, e deixar que a vida se abra de uma forma natural e simples.

Deixar ir… Deixar ir… Deixar ir…





Escutar e partilhar

20 04 2012

Escutar e partilhar, num relacionamento interpessoal, é fundamental. Seja um relacionamento amoroso, de amizade, familiar ou profissional. É muito importante escutar o outro, para além das palavras.

Palavras podem ter vários significados e conhecer o outro é escutá-lo nos seus significados, questionando e conhecendo.

Reter as palavras gera conflito, discussões e afastamento. Conhecer para além das palavras, perceber o contexto, a informação emocional associada, permite-nos melhorar a nossa comunicação e permite-nos estar mais à vontade connosco e com o outro.

É muito comum encontrar pessoas que têm dificuldade em comunicar o que sentem – sentem dificuldade em expressar o que sentem e pensam – sentem dificuldade em expressar o que sentem e pensam ou então em serem compreendidas.

Eu não sei se algum dia poderemos ser 100% compreendidos pelo outro, mas podemos ser 100% honestos connosco ao ser honestos com o outro, e ao permitir que o outro possa ser honesto connosco, aceitando as suas ideias, pontos de vista e emoções.

Não existem pessoas perfeitas e por isso não existem modelos de comunicação perfeitos. Existem pessoas que estão em constante crescimento e que querem ser felizes, querem viver relacionamentos harmoniosos e felizes.

Começar por aceitar o universo que vive dentro de si é fundamental para partilhar o seu universo com outro ser humano.

Aceitar as suas emoções, sejam positivas ou negativas, é o primeiro passo para poder partilhá-las sem apego e ouvir outros pontos de vista.

Isso permite que o outro se sinta à vontade para partilhar momentos consigo, para partilhar pensamentos e sentimentos.

Escutar o outro é dar espaço a si e ao outro para SER.

Esquecer memórias, esquecer regras e viver em cada momento, com a experiência do momento. É claro que podemos libertar as memórias, processar as emoções do passado, mas existe um tempo e um espaço, onde podemos simplesmente estar e ser para o outro. E nesse espaço também outras emoções do passado podem surgir, e onde antes isso afectava negativamente a relação, pode agora ser um ponto de observação e libertação, um espaço de presença curadora!

Ângela  Alves